Analógico
Sou muito de novas tecnologias, no que diz respeito a coisas que fazem sentido – por exemplo correspondência rápida por email, acesso a movimentos bancários, contacto com o médico de família, consulta de mapas e horários diversos, etc. Mas noutras coisas continuo muito analógica: ainda tenho leitor de cassetes, gira-discos, um leitor de CDs, um leitor de DVDs, uma máquina fotográfica não 100% à antiga, porque a certa altura se tornou praticamente impossível comprar rolos de filme e arranjar sítio onde os revelar – o que quase levou à dízima da Kodak, da Fujifilm, etc. – portanto já é com cartão. E, como se sabe, as coisas que passaram de moda têm tendência a regressar: já voltaram por exemplo a lançar discos de vinilo e só estou à espera que os CDs e as cassetes de música regressem.
E sabem quem está mais sedento ainda pelo mundo analógico? A geração Z (os putos de agora), que, pelo que li, se está a apaixonar pela fotografia analógica com películas fotográficas, revelação química e tudo. No ano passado 35% dos 42 milhões de utilizadores activos de câmaras analógicas em todo o mundo estavam na faixa etária entre os 18 e os 30 anos. Em Abril deste ano realizou-se em Los Angeles, EUA a primeira edição da AnalogCon, um festival dedicado à fotografia analógica. Quase 60% da geração Z compra agora discos de vinilo e as cassetes de VHS e os leitores de VHS estão a regressar, com várias lojas nos EUA a oferecer alugueres de filmes em VHS, DVD e Blu-ray.
Os entendidos interpertam a tendência como uma revolta contra a alienação do virtual e do digital, contra infâncias passadas atrás dos ecrãs no zoom e nas redes sociais, contra os algoritmos. Por outras palavras, uma resistência conta a cultura digital. E uma abertura à busca de comunidades presenciais e pessoais, onde partilhar experiâncias culturais, falar sobre fotografia, música, filmes, etc.
Interessante, não é?
Sou muito de novas tecnologias, no que diz respeito a coisas que fazem sentido – por exemplo correspondência rápida por email, acesso a movimentos bancários, contacto com o médico de família, consulta de mapas e horários diversos, etc. Mas noutras coisas continuo muito analógica: ainda tenho leitor de cassetes, gira-discos, um leitor de CDs, um leitor de DVDs, uma máquina fotográfica não 100% à antiga, porque a certa altura se tornou praticamente impossível comprar rolos de filme e arranjar sítio onde os revelar – o que quase levou à dízima da Kodak, da Fujifilm, etc. – portanto já é com cartão. E, como se sabe, as coisas que passaram de moda têm tendência a regressar: já voltaram por exemplo a lançar discos de vinilo e só estou à espera que os CDs e as cassetes de música regressem.
E sabem quem está mais sedento ainda pelo mundo analógico? A geração Z (os putos de agora), que, pelo que li, se está a apaixonar pela fotografia analógica com películas fotográficas, revelação química e tudo. No ano passado 35% dos 42 milhões de utilizadores activos de câmaras analógicas em todo o mundo estavam na faixa etária entre os 18 e os 30 anos. Em Abril deste ano realizou-se em Los Angeles, EUA a primeira edição da AnalogCon, um festival dedicado à fotografia analógica. Quase 60% da geração Z compra agora discos de vinilo e as cassetes de VHS e os leitores de VHS estão a regressar, com várias lojas nos EUA a oferecer alugueres de filmes em VHS, DVD e Blu-ray.
Os entendidos interpertam a tendência como uma revolta contra a alienação do virtual e do digital, contra infâncias passadas atrás dos ecrãs no zoom e nas redes sociais, contra os algoritmos. Por outras palavras, uma resistência conta a cultura digital. E uma abertura à busca de comunidades presenciais e pessoais, onde partilhar experiâncias culturais, falar sobre fotografia, música, filmes, etc.
Interessante, não é?




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