E no prolongamento daquela conversa sobre a importância do aspecto das embalagens, li ontem um artigo em que entrevistavam um grupo de designers a quem pediram que avaliassem as embalagens de diversos produtos ecológicos. Chumbaram-nas por serem feias, antiquadas e nada chamativas com as suas actuais cores neutrais, acastanhadas e pardas. E foram ao ponto de propôr que se as embalagens fossem mais coloridas e engraçadas talvez as vendas de produtos ecológicos aumentassem consideravelmente; quanto mais não seja porque de momento desaparecem nas prateleira entre as embalagens mais coloridas.
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Não sei não (e não é só por ainda estar de pé atrás com os designers depois do “belo” sapato do outro dia...): quando ando à procura de produtos ecológicos não ando à procura de embalagens de cores fortes que intuitivamente não têm nada a ver com ecologia... a não ser que sejam verdes, claro ;-)
4 Comments:
A questão é que não és tu que procuras as cores fortes. São elas que te encontram primeiro, e é inconscientemente de entre elas que acabas por escolher, pela simples razão que a tua atenção nem chega a registar as outras. Isto nos processos de compra normais, claro...
Porque se fores para o supermercado determinada a fazer uma busca especifica, aí já não é o teu subconsciente a comandar.
Mas é muuuuuuito raro ser a tua parte consciente a escolher. Mesmo quando achas que assim é.
(Vê-se logo que ando a ler um livro fascinante sobre neuromarketing, não vê???)
Sim, vê-se logo que andas a ler um livro fascinante sobre neuromarketing, optimist ;-D Muuuito interessante. E esses processos inconscientes deixam-me potencialmente à mercê da manipulação comercial, estou mesmo a ver...
Que grandes profissionais do marketing... Sem dúvida...
Pois, helena... ;-)
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