Condução masculina
É preciso ter cautela com os protótipos e preconceitos. Entretanto eu conduzo todos os dias e vejo como predominantemente homens têm tendência a fazer manobras perigosas, quando ficam impacientes no trânsito: ultrapassam à maluca, passam o vermelho, ultrapassam o limite de velocidade à grande, etc. E não é coincidência nenhuma que os prémios dos seguros de automóvel serem mais altos para os homens abaixo dos 30, que são os que por causa desses comportamentos mais acidentes causam.
Mas alguém duvida? O que me espanta portanto é alguém ter sido escolhido como tema mais que batido para uma tese de doutoramento... mas foi o caso da investigadora e docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto (FDUP), Mariana Sebastião Machado. Estudo esse que também estabeleceu o que já cá se sabe, que há uma correlação entre ter comportamentos agressivos na condução e ver-se envolvido em acidentes de viação. Este não ganha nenhum Nobel.
Já outro estudo mais antigo de 2008 sobre o tema
trouxe perspectivas novas: sabiam que os condutores mais agressivos de todos
são aqueles que têm pendurezas no espelho do carro – por exemplo aquelas
árvores aromáticas (wunderbaums) – autocolantes na traseira do carro e daqueles
protectores de assentos. Também não me admira por completo, mas nunca tinha
pensado especificamente nisso. Mas faz sentido: estas pendurezas pessoais são
uma espécie demarcações de território na esfera pública.
É preciso ter cautela com os protótipos e preconceitos. Entretanto eu conduzo todos os dias e vejo como predominantemente homens têm tendência a fazer manobras perigosas, quando ficam impacientes no trânsito: ultrapassam à maluca, passam o vermelho, ultrapassam o limite de velocidade à grande, etc. E não é coincidência nenhuma que os prémios dos seguros de automóvel serem mais altos para os homens abaixo dos 30, que são os que por causa desses comportamentos mais acidentes causam.
Mas alguém duvida? O que me espanta portanto é alguém ter sido escolhido como tema mais que batido para uma tese de doutoramento... mas foi o caso da investigadora e docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto (FDUP), Mariana Sebastião Machado. Estudo esse que também estabeleceu o que já cá se sabe, que há uma correlação entre ter comportamentos agressivos na condução e ver-se envolvido em acidentes de viação. Este não ganha nenhum Nobel.