O D’Artagnan
Li há dias que durante as obras de restauro de uma igreja neerlandesa em Maastricht tinham por acaso possivelmente descoberto os restos mortais de Charles Ogier de Batz de Castelmore, o nobre francês do século XVII que inspirou a personagem de um dos meus grandes heróis da literatura, o D’Artagnan, das histórias de Alexandre Dumas sobre os Três Mosqueteiros. Terão claro de analisar o ADN do esqueleto para se certificar. Mas, pelo que li, historicamente seria possível, uma vez que tal como o D’Artagnan da ficção, Charles terá perecido no cerco de Maastricht em 1673.
Agora fiquei com vontade de reler os livros.
Li há dias que durante as obras de restauro de uma igreja neerlandesa em Maastricht tinham por acaso possivelmente descoberto os restos mortais de Charles Ogier de Batz de Castelmore, o nobre francês do século XVII que inspirou a personagem de um dos meus grandes heróis da literatura, o D’Artagnan, das histórias de Alexandre Dumas sobre os Três Mosqueteiros. Terão claro de analisar o ADN do esqueleto para se certificar. Mas, pelo que li, historicamente seria possível, uma vez que tal como o D’Artagnan da ficção, Charles terá perecido no cerco de Maastricht em 1673.
Agora fiquei com vontade de reler os livros.












