sacola de praia
domingo, maio 17, 2026
sábado, maio 16, 2026
Casinha
Olhem este antigo contentor de carga já velhote, que foi transformado numa pequena casa com cozinha, casa-de-baho, quarto, espeço para arrumação e com terraço no telhado. Demorou 8 semanas a remodelar e está agora situada num terreno perto de Lagos, no Algarve.
Olhem este antigo contentor de carga já velhote, que foi transformado numa pequena casa com cozinha, casa-de-baho, quarto, espeço para arrumação e com terraço no telhado. Demorou 8 semanas a remodelar e está agora situada num terreno perto de Lagos, no Algarve.
sexta-feira, maio 15, 2026
Leilões
Tornou-se muito popular leiloar os pertences dos famosos, entre eles os da realeza. Sabem entretanto por que motivo é que há tão poucos casacos do guarda-roupa da princesa Diana nos leilões? Diana dava os casacos aos sem-abrigo.
Podia ter muitos defeitos, mas a “princesa do povo” era caridosa.
Tornou-se muito popular leiloar os pertences dos famosos, entre eles os da realeza. Sabem entretanto por que motivo é que há tão poucos casacos do guarda-roupa da princesa Diana nos leilões? Diana dava os casacos aos sem-abrigo.
Podia ter muitos defeitos, mas a “princesa do povo” era caridosa.
quinta-feira, maio 14, 2026
Mistério
Também já aqui falámos do interessante mistério da identidade do artista urbano Banksy com olho para o caricato. A agência Reuters parece que apurou que o artista é mesmo Robin Gunningham, que já se passou por ser David Jones e fez algumas obras em parceria com Robert Del Naja, o vocalista dos Massive Attack, também conhecido por 3D como artista de grafitti.
...
Claro que nisto de mistérios a certeza nunca é absoluta, e há quem pense que Robert Del Naja é o Banksy... a minha pergunta é: alguma vez foram vistos juntos, ou é como o Clark Kent e o Superhomem, em que “um” obviamente só aparece quando “o outro” não está presente?
(na foto a obra de Banksy no prédio danificado por bombardeamentos russos, em Horenka, na Ucrânia, Maio de 2023)
Também já aqui falámos do interessante mistério da identidade do artista urbano Banksy com olho para o caricato. A agência Reuters parece que apurou que o artista é mesmo Robin Gunningham, que já se passou por ser David Jones e fez algumas obras em parceria com Robert Del Naja, o vocalista dos Massive Attack, também conhecido por 3D como artista de grafitti.
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Claro que nisto de mistérios a certeza nunca é absoluta, e há quem pense que Robert Del Naja é o Banksy... a minha pergunta é: alguma vez foram vistos juntos, ou é como o Clark Kent e o Superhomem, em que “um” obviamente só aparece quando “o outro” não está presente?
(na foto a obra de Banksy no prédio danificado por bombardeamentos russos, em Horenka, na Ucrânia, Maio de 2023)
quarta-feira, maio 13, 2026
A magia dos peluches
Lembram-se de há uns emses atrás ter referido o macaquinho Punch, que se linha ligado a um orangutango de peluche como se fosse um amigo? Pois, os peluches não são mágicos apenas para os mamíferos: pelo que li até as aves encontram conforto em brinquedos de peluche, como o pinguim Henry (na foto), no parque Sea Life Weymouth, que se ligou muito ao Tom, um pinguim de peluche.
Lembram-se de há uns emses atrás ter referido o macaquinho Punch, que se linha ligado a um orangutango de peluche como se fosse um amigo? Pois, os peluches não são mágicos apenas para os mamíferos: pelo que li até as aves encontram conforto em brinquedos de peluche, como o pinguim Henry (na foto), no parque Sea Life Weymouth, que se ligou muito ao Tom, um pinguim de peluche.
Tão queridos! 😍
terça-feira, maio 12, 2026
Ai, a comida
No campo da nutrição, os peritos estão sempre a mudar as suas recomendações e dietas malucas há muitas. Até recentemente recomendavam restrição calórica (máximo 1.200 calorias por dia), porções pequenas e parar de comer antes de se ficar saciado, porque há um atraso entre ingerir a comida e o vir a sentir-se saciado. Agora parece que descobriram que comer porções mais pequenas afinal dificulta a perda de peso e manter a mesma, simplesmente porque se come com os olhos: se o volume de comida no prato é pequeno, nem que seja uma comida com bastante calorias, como por exemplo um pastel de pasta folhada, uma pessoa, precisamente por parecer pouco, já começa a refeição com mais fome e ainda fica com fome quando acaba. O que nos faz voltar a comer pouco tempo depois, e ao todo comer mais. E em vez de contar calorias, resulta melhor encher o prato com as coisas certas: proteínas (que suprimem a ghrelina, uma das hormonas que estimulam o apetite), fibras (que nos fazem sentir-nos saciados por mais tempo, já que fibras fazem a comida circular mais devagar através do intestino) e um mínimo de comida ultraprocessada, deixando os olhos satisfeitos logo de início, só pelo volume = come-se mais mas ingerem-se menos calorias.
No campo da nutrição, os peritos estão sempre a mudar as suas recomendações e dietas malucas há muitas. Até recentemente recomendavam restrição calórica (máximo 1.200 calorias por dia), porções pequenas e parar de comer antes de se ficar saciado, porque há um atraso entre ingerir a comida e o vir a sentir-se saciado. Agora parece que descobriram que comer porções mais pequenas afinal dificulta a perda de peso e manter a mesma, simplesmente porque se come com os olhos: se o volume de comida no prato é pequeno, nem que seja uma comida com bastante calorias, como por exemplo um pastel de pasta folhada, uma pessoa, precisamente por parecer pouco, já começa a refeição com mais fome e ainda fica com fome quando acaba. O que nos faz voltar a comer pouco tempo depois, e ao todo comer mais. E em vez de contar calorias, resulta melhor encher o prato com as coisas certas: proteínas (que suprimem a ghrelina, uma das hormonas que estimulam o apetite), fibras (que nos fazem sentir-nos saciados por mais tempo, já que fibras fazem a comida circular mais devagar através do intestino) e um mínimo de comida ultraprocessada, deixando os olhos satisfeitos logo de início, só pelo volume = come-se mais mas ingerem-se menos calorias.
segunda-feira, maio 11, 2026
Umas coisas e outras
Não pensem que a minha agenda é a de promover medicamentos; não é. Mas acho engraçado quando se desenvolve um medicamento para tratar uma coisa e se vem a ver, que ajuda noutra completamente diferente. Por exemplo os fármacos contra a epilepsia são usados na psiquiatria para combater as ondulações temperamentais mais violentas como as que se vêm no transtorno bipolar. E há dias li que os novos fármacos agonistas dos receptores de GLP-1 (glucagão de tipo 1) para tratamento da diabetes e obesidade, o Ozempic e o Wegowy parecem ajudar a aliviar sintomas de ansiedade e depressão, possivelmente não só indirectamente graças às vantagens para a imagem e auto-estima do próprio da pesa de peso, mas também directamente através do efeito do semaglutido, a sua substância activa. Isto segundo um estudo recente levado a cabo na Suécia que abrangeu 100.000 participantes: demonstrou que quem usava um destes fármacos tinha menos necessidade de cuidados hospitalares e de ausências ao trabalho por motivos psiquiátricos, e menor risco de agravamento de sintomas de depressão e ansiedade – o famoso matar dois coelhos com uma cajadada só.
Não pensem que a minha agenda é a de promover medicamentos; não é. Mas acho engraçado quando se desenvolve um medicamento para tratar uma coisa e se vem a ver, que ajuda noutra completamente diferente. Por exemplo os fármacos contra a epilepsia são usados na psiquiatria para combater as ondulações temperamentais mais violentas como as que se vêm no transtorno bipolar. E há dias li que os novos fármacos agonistas dos receptores de GLP-1 (glucagão de tipo 1) para tratamento da diabetes e obesidade, o Ozempic e o Wegowy parecem ajudar a aliviar sintomas de ansiedade e depressão, possivelmente não só indirectamente graças às vantagens para a imagem e auto-estima do próprio da pesa de peso, mas também directamente através do efeito do semaglutido, a sua substância activa. Isto segundo um estudo recente levado a cabo na Suécia que abrangeu 100.000 participantes: demonstrou que quem usava um destes fármacos tinha menos necessidade de cuidados hospitalares e de ausências ao trabalho por motivos psiquiátricos, e menor risco de agravamento de sintomas de depressão e ansiedade – o famoso matar dois coelhos com uma cajadada só.









