O cérebro agradece
O meu cérebro tem muito por que me agradecer, começando pelas idas frequentes à praia: é que segundo li, a ciência descobriu que ir à praia é benéfico para o cérebro, uma vez que alivia o stress e nos torna mais fisicamente activos. Logo ao primeiro passo na areia a mera antecipação o corpo e a mente começam a relaxar e os sentidos, sem qualquer esforço mental a focar na experiência e a pôr as coisas em perspectiva: aquela imensidão de mar e o mundo de que fazemos parte é bem maior do que os nossos problemas, em comparação, minúsculos. Aquele cenário dinâmico e ao mesmo tempo previsível dão paz à alma, o que até se pode ver num scan ao cérebro que nessa situação apresenta ondas de frequência alpha ligadas ao descanso. E qaudo começamos a caminhar, nadar, brincar neste meio, temos tendência a fazê-lo durante mais tempo, porque na água temos uma percepção diferente, mais alongada do tempo. O que por sua vez ajuda a que tenhamos menos dores e maleitas e durmamos melhor.
Claro que apesar de os cientistas só terem descoberto isto agora, há já séculos que os médicos de outrora instintivamente mandavam os seus pacientes ir reconvalescer à beira-mar da tuberculose à fraqueza de nervos.
O meu cérebro tem muito por que me agradecer, começando pelas idas frequentes à praia: é que segundo li, a ciência descobriu que ir à praia é benéfico para o cérebro, uma vez que alivia o stress e nos torna mais fisicamente activos. Logo ao primeiro passo na areia a mera antecipação o corpo e a mente começam a relaxar e os sentidos, sem qualquer esforço mental a focar na experiência e a pôr as coisas em perspectiva: aquela imensidão de mar e o mundo de que fazemos parte é bem maior do que os nossos problemas, em comparação, minúsculos. Aquele cenário dinâmico e ao mesmo tempo previsível dão paz à alma, o que até se pode ver num scan ao cérebro que nessa situação apresenta ondas de frequência alpha ligadas ao descanso. E qaudo começamos a caminhar, nadar, brincar neste meio, temos tendência a fazê-lo durante mais tempo, porque na água temos uma percepção diferente, mais alongada do tempo. O que por sua vez ajuda a que tenhamos menos dores e maleitas e durmamos melhor.
Claro que apesar de os cientistas só terem descoberto isto agora, há já séculos que os médicos de outrora instintivamente mandavam os seus pacientes ir reconvalescer à beira-mar da tuberculose à fraqueza de nervos.











