O mais velho
E por falar em temperamentos ou personalidades, há muitos anos que me interesso pela forma como o lugar de uma pessoa no grupo dos irmãos influencia a sua maneira de ser ou personalidade. Por exemplo os mais velhos, que aprendem directamente dos pais e normalmente recebem uma educação mais ríspida e rígida por serem os primeiros, são responsáveis e mais conservadores; os mais novos, que normalmente foram mais mimados e não são criados de forma tão regrada e mais mimados, são normalmente uns brincalhões com menos sentido de responsabilidade e alguns preguiçosos. E os do meio, por não serem nem os mais velhos nem os mais novos, mas os entremeados, e recebem menos atenção do que os irmãos e não têm um papel fixo na família e são muitas vezes os que encontram o seu lugar fora de casa, com os amigos; ou fazem coisas malucas para competir pela atenção dos pais. E os filhos únicos podem ser ou egoístas ou completamente equilibrados, por terem recebido atenção q.b. dos pais quando eram putos.
Há quem discorde desta teoria, desenvolvida pelo psicólogo Alfred Adler nos anos 30, mas eu já vi estas tendências tantas vezes, que é impossível não concordar. Aliás, na grande parte das vezes até consigo adivinhar se alguém era o filho mais novo, mais velho ou do meio assim que a pessoa entra e se apresenta.
E por falar em temperamentos ou personalidades, há muitos anos que me interesso pela forma como o lugar de uma pessoa no grupo dos irmãos influencia a sua maneira de ser ou personalidade. Por exemplo os mais velhos, que aprendem directamente dos pais e normalmente recebem uma educação mais ríspida e rígida por serem os primeiros, são responsáveis e mais conservadores; os mais novos, que normalmente foram mais mimados e não são criados de forma tão regrada e mais mimados, são normalmente uns brincalhões com menos sentido de responsabilidade e alguns preguiçosos. E os do meio, por não serem nem os mais velhos nem os mais novos, mas os entremeados, e recebem menos atenção do que os irmãos e não têm um papel fixo na família e são muitas vezes os que encontram o seu lugar fora de casa, com os amigos; ou fazem coisas malucas para competir pela atenção dos pais. E os filhos únicos podem ser ou egoístas ou completamente equilibrados, por terem recebido atenção q.b. dos pais quando eram putos.
Há quem discorde desta teoria, desenvolvida pelo psicólogo Alfred Adler nos anos 30, mas eu já vi estas tendências tantas vezes, que é impossível não concordar. Aliás, na grande parte das vezes até consigo adivinhar se alguém era o filho mais novo, mais velho ou do meio assim que a pessoa entra e se apresenta.











