Incêndios
Com o Verão quase à porta, antecipamos infelizmente a época dos incêndios florestais em Portugal, essa maldição anual de já há mais de 4 décadas. Espero entretanto que a IPMA e afins não comecem logo a disparatar, referindo as ditas mudanças clímáticas como a causa dos mesmos e apelidando-los erroneamente de “fogos naturais”, quando toda a gente sabe que de naturais não têm nada: ainda há dias vinha uma notícia que até 15 de Abril já tinham ardido mais de 7.600 hectares (quase o dobro do que pela mesma altura já tinha ardido em 2025) e que a GNR só este ano – e ainda só estávamos em meados de Abril! - já tinha detido 59 pessoas, 57 das quais estavam acusadas de aterar fogo por negligência, a maioria em Vila Real, Braga, Leiria (lá se vai o pinhal do D. Dinis!...) e Viseu. Neste caso a “negligência” é fazer queimadas à bruta, sem seguir os preceitos necessários e que obviamente acabaram por se descontrolar. E sabe-se lá quantos fogos supostamente por negligência na realidade são de foro criminoso, uns poucos da mão de reais doentes mentais com a mania da piromania, outra mãncheia por vingança entre vizinhos e devido a fumadores descuidados e a grande maioria, como se sabe, por motivos económicos, tal como os que ainda estão para vir enquanto ainda restar mata para queimar...
Querem solucionar o problema e acabar com os incêndios florestais? Para além de limpar obrigatoriamente as matas, acabem com os seguros para essa área e não ponham logo em liberdade estas pessoas que detêm; fechem-nas numa cela e deitem fora a chave. Vão ver como é remédio santo.











