sacola de praia
domingo, maio 24, 2026
sábado, maio 23, 2026
Mitos
Toda a minha vida ouvi dizer que fazia mal ir ao banho ou tomar um duche logo após uma refeição. O que nunca me impediu nem de ir ao banh onem de tomar um duche logo após uma refeição, sem que me tenha acontecido aluma coisa má. E o mesmo se aplica às pessoas que eu conheço: nem uma teve ainda uma má experiência, um treque ou uma tontura sequer por ter ido ao banho ou tomado um duche depois de comer. O que me leva a pensar que é um daqueles mitos. E o que nos diz a ciência: faz mal ir ao banho ou tomar um duche logo após uma refeição, ó ciência? Ao que a ciëncia responde na pessoa do médico gastrenterologista Guilherme Macedo, presidende da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia... sim e não: se uma pessoa come uma refeição pesada é melhor evitar ir logo ao banho, porque o corpo não sabe se há-de dar prioridade a reagir ao choque térmico da água fria ou continuar com a digestão, enquanto que o mesmo dilema não se dá se a refeição foi leve e como tal não requer tanto durante a digestão. E como não tomo duches frios nem nunca levei uma brutal feijoada para a praia nem sou fã de um cozido à portuguesa, nem à beira-mar nem em lugar nenhum... 😉
Toda a minha vida ouvi dizer que fazia mal ir ao banho ou tomar um duche logo após uma refeição. O que nunca me impediu nem de ir ao banh onem de tomar um duche logo após uma refeição, sem que me tenha acontecido aluma coisa má. E o mesmo se aplica às pessoas que eu conheço: nem uma teve ainda uma má experiência, um treque ou uma tontura sequer por ter ido ao banho ou tomado um duche depois de comer. O que me leva a pensar que é um daqueles mitos. E o que nos diz a ciência: faz mal ir ao banho ou tomar um duche logo após uma refeição, ó ciência? Ao que a ciëncia responde na pessoa do médico gastrenterologista Guilherme Macedo, presidende da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia... sim e não: se uma pessoa come uma refeição pesada é melhor evitar ir logo ao banho, porque o corpo não sabe se há-de dar prioridade a reagir ao choque térmico da água fria ou continuar com a digestão, enquanto que o mesmo dilema não se dá se a refeição foi leve e como tal não requer tanto durante a digestão. E como não tomo duches frios nem nunca levei uma brutal feijoada para a praia nem sou fã de um cozido à portuguesa, nem à beira-mar nem em lugar nenhum... 😉
sexta-feira, maio 22, 2026
Mimada
Já aqui abordámos o perigo de se educar as crianças a ser egocêntricas, tornando-as ao fim ao cabo frágeis e mal preparadas para enfrentar o mundo. Para além disso tanto capricho e mania de que se tem direito torna a criança insuportável, frustrada e infeliz. Por isso, por favor, dêem a atenção necessária à criança, mas acabem com o que Rousseau no século XVIII apelidou de infantolatria e retirem-na do trono.
Já aqui abordámos o perigo de se educar as crianças a ser egocêntricas, tornando-as ao fim ao cabo frágeis e mal preparadas para enfrentar o mundo. Para além disso tanto capricho e mania de que se tem direito torna a criança insuportável, frustrada e infeliz. Por isso, por favor, dêem a atenção necessária à criança, mas acabem com o que Rousseau no século XVIII apelidou de infantolatria e retirem-na do trono.
quinta-feira, maio 21, 2026
O cérebro agradece
O meu cérebro tem muito por que me agradecer, começando pelas idas frequentes à praia: é que segundo li, a ciência descobriu que ir à praia é benéfico para o cérebro, uma vez que alivia o stress e nos torna mais fisicamente activos. Logo ao primeiro passo na areia a mera antecipação o corpo e a mente começam a relaxar e os sentidos, sem qualquer esforço mental a focar na experiência e a pôr as coisas em perspectiva: aquela imensidão de mar e o mundo de que fazemos parte é bem maior do que os nossos problemas, em comparação, minúsculos. Aquele cenário dinâmico e ao mesmo tempo previsível dão paz à alma, o que até se pode ver num scan ao cérebro que nessa situação apresenta ondas de frequência alpha ligadas ao descanso. E qaudo começamos a caminhar, nadar, brincar neste meio, temos tendência a fazê-lo durante mais tempo, porque na água temos uma percepção diferente, mais alongada do tempo. O que por sua vez ajuda a que tenhamos menos dores e maleitas e durmamos melhor.
Claro que apesar de os cientistas só terem descoberto isto agora, há já séculos que os médicos de outrora instintivamente mandavam os seus pacientes ir reconvalescer à beira-mar da tuberculose à fraqueza de nervos.
O meu cérebro tem muito por que me agradecer, começando pelas idas frequentes à praia: é que segundo li, a ciência descobriu que ir à praia é benéfico para o cérebro, uma vez que alivia o stress e nos torna mais fisicamente activos. Logo ao primeiro passo na areia a mera antecipação o corpo e a mente começam a relaxar e os sentidos, sem qualquer esforço mental a focar na experiência e a pôr as coisas em perspectiva: aquela imensidão de mar e o mundo de que fazemos parte é bem maior do que os nossos problemas, em comparação, minúsculos. Aquele cenário dinâmico e ao mesmo tempo previsível dão paz à alma, o que até se pode ver num scan ao cérebro que nessa situação apresenta ondas de frequência alpha ligadas ao descanso. E qaudo começamos a caminhar, nadar, brincar neste meio, temos tendência a fazê-lo durante mais tempo, porque na água temos uma percepção diferente, mais alongada do tempo. O que por sua vez ajuda a que tenhamos menos dores e maleitas e durmamos melhor.
Claro que apesar de os cientistas só terem descoberto isto agora, há já séculos que os médicos de outrora instintivamente mandavam os seus pacientes ir reconvalescer à beira-mar da tuberculose à fraqueza de nervos.









