sacola de praia
domingo, julho 12, 2026
sábado, julho 11, 2026
sexta-feira, julho 10, 2026
Demais
O Vaticano tem cada uma: agora apeteceu-lhes dispensar um grupo de freiras circenses, a ex-abadessa Aline Pereira Ghammachi (à frente), supostamente por ser bonita demais para ser freira, e as demais pelo seu empreendorismo (que entre outras iniciativas contou ajudar o mosteiro financeiramente através da produção de aloé vera, mel e prosecco feito com as uvas das vinhas do próprio mosteiro, criar uma horta comunitária para pessoas com autismo e oferecer auxílio a mulheres vítimas de violência). Daí as seis antigas freiras terem saído do Mosteiro São Gervásio e São Protásio e terem-se estabelecido como comunidade na pequena aldeia de San Vendemiano, em Treviso, como leigas, mantendo a promessa de castidade a Cristo e continuando a viver em oração, acolhendo os outros e a praticar o bem, em paz e sem o escrutínio dos todos-poderosos.
Ai, vêm-me à cabeça tantos comentários e perguntas!... Contento-me em aqui deixar duas, nomeadamente:
- será prerequisito e uma vantagem ser-se feia para ser-se freira?
- se o empreendorismo e amor pelo próximo ão mal vistos, deve ser porque a Santa Fé prefere a calanzice, falta de iniciativa e de envolvimento e solidariedade social...?
O Vaticano tem cada uma: agora apeteceu-lhes dispensar um grupo de freiras circenses, a ex-abadessa Aline Pereira Ghammachi (à frente), supostamente por ser bonita demais para ser freira, e as demais pelo seu empreendorismo (que entre outras iniciativas contou ajudar o mosteiro financeiramente através da produção de aloé vera, mel e prosecco feito com as uvas das vinhas do próprio mosteiro, criar uma horta comunitária para pessoas com autismo e oferecer auxílio a mulheres vítimas de violência). Daí as seis antigas freiras terem saído do Mosteiro São Gervásio e São Protásio e terem-se estabelecido como comunidade na pequena aldeia de San Vendemiano, em Treviso, como leigas, mantendo a promessa de castidade a Cristo e continuando a viver em oração, acolhendo os outros e a praticar o bem, em paz e sem o escrutínio dos todos-poderosos.
Ai, vêm-me à cabeça tantos comentários e perguntas!... Contento-me em aqui deixar duas, nomeadamente:
- será prerequisito e uma vantagem ser-se feia para ser-se freira?
- se o empreendorismo e amor pelo próximo ão mal vistos, deve ser porque a Santa Fé prefere a calanzice, falta de iniciativa e de envolvimento e solidariedade social...?
quinta-feira, julho 09, 2026
Analógico
Sou muito de novas tecnologias, no que diz respeito a coisas que fazem sentido – por exemplo correspondência rápida por email, acesso a movimentos bancários, contacto com o médico de família, consulta de mapas e horários diversos, etc. Mas noutras coisas continuo muito analógica: ainda tenho leitor de cassetes, gira-discos, um leitor de CDs, um leitor de DVDs, uma máquina fotográfica não 100% à antiga, porque a certa altura se tornou praticamente impossível comprar rolos de filme e arranjar sítio onde os revelar – o que quase levou à dízima da Kodak, da Fujifilm, etc. – portanto já é com cartão. E, como se sabe, as coisas que passaram de moda têm tendência a regressar: já voltaram por exemplo a lançar discos de vinilo e só estou à espera que os CDs e as cassetes de música regressem.
E sabem quem está mais sedento ainda pelo mundo analógico? A geração Z (os putos de agora), que, pelo que li, se está a apaixonar pela fotografia analógica com películas fotográficas, revelação química e tudo. No ano passado 35% dos 42 milhões de utilizadores activos de câmaras analógicas em todo o mundo estavam na faixa etária entre os 18 e os 30 anos. Em Abril deste ano realizou-se em Los Angeles, EUA a primeira edição da AnalogCon, um festival dedicado à fotografia analógica. Quase 60% da geração Z compra agora discos de vinilo e as cassetes de VHS e os leitores de VHS estão a regressar, com várias lojas nos EUA a oferecer alugueres de filmes em VHS, DVD e Blu-ray.
Os entendidos interpertam a tendência como uma revolta contra a alienação do virtual e do digital, contra infâncias passadas atrás dos ecrãs no zoom e nas redes sociais, contra os algoritmos. Por outras palavras, uma resistência conta a cultura digital. E uma abertura à busca de comunidades presenciais e pessoais, onde partilhar experiâncias culturais, falar sobre fotografia, música, filmes, etc.
Interessante, não é?
Sou muito de novas tecnologias, no que diz respeito a coisas que fazem sentido – por exemplo correspondência rápida por email, acesso a movimentos bancários, contacto com o médico de família, consulta de mapas e horários diversos, etc. Mas noutras coisas continuo muito analógica: ainda tenho leitor de cassetes, gira-discos, um leitor de CDs, um leitor de DVDs, uma máquina fotográfica não 100% à antiga, porque a certa altura se tornou praticamente impossível comprar rolos de filme e arranjar sítio onde os revelar – o que quase levou à dízima da Kodak, da Fujifilm, etc. – portanto já é com cartão. E, como se sabe, as coisas que passaram de moda têm tendência a regressar: já voltaram por exemplo a lançar discos de vinilo e só estou à espera que os CDs e as cassetes de música regressem.
E sabem quem está mais sedento ainda pelo mundo analógico? A geração Z (os putos de agora), que, pelo que li, se está a apaixonar pela fotografia analógica com películas fotográficas, revelação química e tudo. No ano passado 35% dos 42 milhões de utilizadores activos de câmaras analógicas em todo o mundo estavam na faixa etária entre os 18 e os 30 anos. Em Abril deste ano realizou-se em Los Angeles, EUA a primeira edição da AnalogCon, um festival dedicado à fotografia analógica. Quase 60% da geração Z compra agora discos de vinilo e as cassetes de VHS e os leitores de VHS estão a regressar, com várias lojas nos EUA a oferecer alugueres de filmes em VHS, DVD e Blu-ray.
Os entendidos interpertam a tendência como uma revolta contra a alienação do virtual e do digital, contra infâncias passadas atrás dos ecrãs no zoom e nas redes sociais, contra os algoritmos. Por outras palavras, uma resistência conta a cultura digital. E uma abertura à busca de comunidades presenciais e pessoais, onde partilhar experiâncias culturais, falar sobre fotografia, música, filmes, etc.
Interessante, não é?
quarta-feira, julho 08, 2026
Este Mundial...
O boneco diz: «Esperem lá - estamos à espera do veredicto do VAR e do veredicto do Trump»
Como se não bastassem os escândalos habituais da FIFA, agora o "Homem mais poderoso do mundo", acha que tem poder sobre o futebol... aposto que nem percebe as regras de offside, mas quer mandar, o tolo...
Como se não bastassem os escândalos habituais da FIFA, agora o "Homem mais poderoso do mundo", acha que tem poder sobre o futebol... aposto que nem percebe as regras de offside, mas quer mandar, o tolo...
terça-feira, julho 07, 2026
Mais Mundial
O jogo de ontem face à selecção espanhola vi. Podia ter corrido melhor. E há sempre o espírito crítico do costume, que se vira sempre contra o CR7. Mas como ele próprio diz: «Acredito que não estou assim tão mal. Fiz três golos». Parabéns por terem levado Portugal ao Mundial e represantado este nosso país de treinadores de bancada. Adeus, Mundial. Viva Portugal! 🇵🇹
O jogo de ontem face à selecção espanhola vi. Podia ter corrido melhor. E há sempre o espírito crítico do costume, que se vira sempre contra o CR7. Mas como ele próprio diz: «Acredito que não estou assim tão mal. Fiz três golos». Parabéns por terem levado Portugal ao Mundial e represantado este nosso país de treinadores de bancada. Adeus, Mundial. Viva Portugal! 🇵🇹










